11. Salmo II
Letra e música: Getúlio Targino Lima
Quando no abismo caída,
minh'alma só quer chorar,
lança seu grito dorido,
de ovelha balido
que atravessa o ar.
Ferida, em sangue esvaída,
tudo parece acabar.
Vens qual Pastor mui Zeloso,
por entre grotas e vãos.
Do espinhal doloroso
tiras-me com Tuas Mãos.
Quando o fulgor da vaidade
me faz de Ti olvidar,
logo o Teu Amor Divino
me mostra o destino
que espera o pecar.
Pois da ilusão que me invade
só Tu me podes salvar.
Teu santo olhar me vigia
e a paciência conduz.
Seja de noite ou de dia,
Tu me concedes a luz.
Todo o louvor seja dado
ao Pai - eterno favor.
Cantemos salmos e hinos,
adultos, meninos
louvemos o Amor
do Pai, o eterno cuidado,
sempre do filho ao dispor.
Oh, Jesus, nome ditoso!
Eu sempre Te louvarei.
És mui suave e formoso,
meu Pai Eterno e meu Rei.
(Goiânia – GO, 06/95)